"Você é crente?"
Pórra! Voltei. Para os ávidos leitores da nossa página, queria me desculpar pelos meus meses de sumiço, mas a depressão era forte demais para escrever aqui. Cai na miséria, perdi todo meu capital, tomei um pé na bunda e como se não bastasse, meu computador pifou, ficando eu sem Youtube. Daí foi impossível eu não entrar numa depressão sinistríssima! Mas a miséria chegou ao seu fim, o computador foi pro conserto, o roxo na bunda já sumiu e pra melhorar, estou trabalhando numa LAN, onde eu recebo pra ficar escrevendo merda aqui. Dadas as devidas explicações, vamos direto ao assunto, ao que realmente importa. A calúnia. Gostaria de falar hoje sobre os crentes e o seu comportamento perante os não crentes.
Bom, pelo que tenho notado, por enquanto, a maioria dos nossos leitores são crentes. Adventistas em sua maioria. Enquanto não conquistamos o mundo com esta nossa página, vamos crescendo com os crentes mesmo. Hoje vou contar a história do meu amigo Tsunami. Sim, esse é o codinome da criança. Ele caluniou de tal forma, que mereceu ter sua história relatada aqui.
Normalmente, quando um amigo da faculdade descrente, por exemplo, pergunta se o crente é crente, as reações mais comuns são:
1- Confirmação convicta - Como um crente exemplar, a pessoa confirma que é crente, sem nenhuma vergonha, inclusive dando um belo testemunho, tentando já converter o amigo.
2- Confirmação tímida - A pessoa não sabe lidar com esse tipo de pergunta, fica sem jeito no meio dos amigos não crentes, e afirma quase chorando, "sim, eu sou crente!". E sai correndo.
3- Confirmação com ressalvas - Sim, a pessoa confirma sua convicção religiosa, porém sente até vergonha de assumir, de tão sujo que é seu histórico perante o inquisidor, afirmando que ele não é um bom exemplo, que é da banda podre.
4- Negação convicta - Assim como Pedro, ao cantar do galo, a pessoa nega sem dó. "Crente, eu? Não, engano!".
Diria que um calunioso se enquadra nas duas últimas. Meu amigo Tsunami, mais especificamente, enquadrou-se na última.
Churrasco do pessoal do cursinho do Tsunami. Papo animado, tudo certo, quando alguém lança a pergunta na roda:
"Po, mermão, cadê o Paulão?"
"Ihhh, nem pôde vir. Deve ter ficado em casa tomando um suquinho de laranja."
"HAHAHAHHAHHA"
"HAHAHAHAHHA", riu Tsunami.
"Pois é, Paulão não bebe!"
"É, ele é crente. Acho que é adventista ou uma parada dessas"
"É, to ligado. É daquela religião onde neguinho num bebe, num fuma e num fodi!!! HAHAHAHHAHA!"
"HAHAHAHHAH", riram todos, inclusive Tsunami.
"Ae, Tsunami, tu não era de uma religião dessas? Não tinha uma parada dessas na tua família?"
"É, tenho um tio que é desse bagulho(adventista) ai.", sendo que a família é praticamente toda adventista.
"Hmmm..."
"É, e meu pai também admira essas paradas...", prosseguiu Tsunami.
"TEU PAI É ADVENTISTA?", e subitamente o clima ficou sério na roda.
"É, ele admira essas paradas. É uma filosofia interessante."
"Hmmm...", silêncio na roda.
E finalmente chega um bebum abraçando todo mundo na roda, salvando o que poderia se tornar um momento de negação até a morte:
"AEEE...VAMO BEBÊ PORRAAAAA!!!"
"AEEEEEEEEEEEEEEEE!"
E todos saíram pulando, alegres.
Diria que ele foi calunioso, vindo com esse papo de meu pai ADMIRA, meu tio...filosofia interessante, blablabla...Praticamente o safado tirou sarro junto! Mas diria também que esse tá com o pé no inferno. Enfim, não recomendo que ninguém negue. Assuma, dê o exemplo. Mas se você realmente for optar pela opção NEGAR, faça como o Tsunami, negue direito, serviço completo, xingue os crentes, faça piada e queime com força no quinto dos infernos. Um bom natal a todos, afinal, os caluniosos estão de volta. E claro, boas entradas!
Bom, pelo que tenho notado, por enquanto, a maioria dos nossos leitores são crentes. Adventistas em sua maioria. Enquanto não conquistamos o mundo com esta nossa página, vamos crescendo com os crentes mesmo. Hoje vou contar a história do meu amigo Tsunami. Sim, esse é o codinome da criança. Ele caluniou de tal forma, que mereceu ter sua história relatada aqui.
Normalmente, quando um amigo da faculdade descrente, por exemplo, pergunta se o crente é crente, as reações mais comuns são:
1- Confirmação convicta - Como um crente exemplar, a pessoa confirma que é crente, sem nenhuma vergonha, inclusive dando um belo testemunho, tentando já converter o amigo.
2- Confirmação tímida - A pessoa não sabe lidar com esse tipo de pergunta, fica sem jeito no meio dos amigos não crentes, e afirma quase chorando, "sim, eu sou crente!". E sai correndo.
3- Confirmação com ressalvas - Sim, a pessoa confirma sua convicção religiosa, porém sente até vergonha de assumir, de tão sujo que é seu histórico perante o inquisidor, afirmando que ele não é um bom exemplo, que é da banda podre.
4- Negação convicta - Assim como Pedro, ao cantar do galo, a pessoa nega sem dó. "Crente, eu? Não, engano!".
Diria que um calunioso se enquadra nas duas últimas. Meu amigo Tsunami, mais especificamente, enquadrou-se na última.
Churrasco do pessoal do cursinho do Tsunami. Papo animado, tudo certo, quando alguém lança a pergunta na roda:
"Po, mermão, cadê o Paulão?"
"Ihhh, nem pôde vir. Deve ter ficado em casa tomando um suquinho de laranja."
"HAHAHAHHAHHA"
"HAHAHAHAHHA", riu Tsunami.
"Pois é, Paulão não bebe!"
"É, ele é crente. Acho que é adventista ou uma parada dessas"
"É, to ligado. É daquela religião onde neguinho num bebe, num fuma e num fodi!!! HAHAHAHHAHA!"
"HAHAHAHHAH", riram todos, inclusive Tsunami.
"Ae, Tsunami, tu não era de uma religião dessas? Não tinha uma parada dessas na tua família?"
"É, tenho um tio que é desse bagulho(adventista) ai.", sendo que a família é praticamente toda adventista.
"Hmmm..."
"É, e meu pai também admira essas paradas...", prosseguiu Tsunami.
"TEU PAI É ADVENTISTA?", e subitamente o clima ficou sério na roda.
"É, ele admira essas paradas. É uma filosofia interessante."
"Hmmm...", silêncio na roda.
E finalmente chega um bebum abraçando todo mundo na roda, salvando o que poderia se tornar um momento de negação até a morte:
"AEEE...VAMO BEBÊ PORRAAAAA!!!"
"AEEEEEEEEEEEEEEEE!"
E todos saíram pulando, alegres.
Diria que ele foi calunioso, vindo com esse papo de meu pai ADMIRA, meu tio...filosofia interessante, blablabla...Praticamente o safado tirou sarro junto! Mas diria também que esse tá com o pé no inferno. Enfim, não recomendo que ninguém negue. Assuma, dê o exemplo. Mas se você realmente for optar pela opção NEGAR, faça como o Tsunami, negue direito, serviço completo, xingue os crentes, faça piada e queime com força no quinto dos infernos. Um bom natal a todos, afinal, os caluniosos estão de volta. E claro, boas entradas!

10 Comments:
Calunioso?!?!?!?!?!?!? O cara deu sorte... se a pinga não falasse mais alto, o disfarce do Tsunami teria caído por terra e ele teria que assumir que era crente.
Mais cedo ou mais tarde ele vai ter que assumir. Ou deixar de ser crente..
hihuaiuhaiuhaiuahiauhaiuaiua...
eh jito... agora a paergunta q nao ker calar... em qual das hispoteses, vc calunioso, se enquandraria se questionado com relaçao a sua crença???
ui ui uiii.... haiuhaiuahiuahia....
como sempre... show di bolaaa!!!
bjusssssssss!!! feliz ano novo!!!
Achei péssimo. Calúnia tá virando sinônimo de mentira baixa, de covardia, medo, falta de coragem, algo assim. Pra mim calúnia é malandragem, esperteza, sagacidade, sem apelação. Não foi o que aconteceu.
pronto, levou pro pessoal hahahaha
A calúnia é algo tão calunioso, que muda de significado diariamente. E mais calunioso ainda são vocês, que tentam ensinar aos fundadores do clube de calúnia, o que deve ser calúnia...quem disse que todos os caluniosos são profissionais dignos, que honram a camisa? Tem sim, os caluniosos de terceira categoria, como foi o caso do Tsunami. Hahahhahaah...ainda assim mantém a mesma opinião, Felipe?
Ainda assim, assumo que posso ter desviado um pouco o foco da calúnia ideal, à que todos devemos almejar.
É isso mermoooooooooo, falou bonito Jupará, eu realmente não esperava uma resposta tão engenhosa, e caluniosa, não dei pano pra manga pq sei que o Felipe é do tipo que vai defender a opinião dele mesmo estando errado, então preparem-se que ele vem no próximo post com uma enciclopédia! auheuaheauehaueh
Continuo concordando com o Cidley. Pra mim isso não foi calúnia, foi sorte. Que mérito o cara teve?
a questão não e a calúnia ou a sorte! Vcs ainda não entederam a profundeza de alguns posts... Isso vai muito além de calúnia ou sorte!
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